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Cachoeiras e trilhas

Travessia Lapinha Tabuleiro: o que saber antes de ir

Como fazer a travessia Lapinha Tabuleiro: de 33 a 45 km conforme a rota, trajeto ponto a ponto, autorização do parque, regra do guia, carro e transfer, pontos de apoio com contatos e onde dormir antes de sair.

Última verificação em 07/11/2026

Cachoeira do Tabuleiro e o vale da Serra do Espinhaço, ponto final da travessia Lapinha–Tabuleiro

Informações rápidas

Distância
33 a 45 km, conforme a rota (roteiros de 2 dias: 33 a 34 km)
Duração
2 a 3 dias
Dificuldade
Difícil
Taxa
Parque do Tabuleiro: R$ 10 por atrativo visitado; pacotes guiados de 2 dias, de R$ 659 a R$ 1.370
Guia necessário
As fontes divergem: confirme antes de planejar (veja a seção sobre guia)
Melhor época
Abril a setembro
Acesso
Saída em Lapinha da Serra, chegada em Tabuleiro (Conceição do Mato Dentro)

Travessia Lapinha–Tabuleiro: resposta rápida

A Travessia Lapinha–Tabuleiro liga Lapinha da Serra, em Santana do Riacho, à Cachoeira do Tabuleiro, em Conceição do Mato Dentro, e cruza a Serra do Espinhaço. Tem de 33 a 45 km, conforme a rota, e leva 2 a 3 dias. A Prefeitura de Conceição do Mato Dentro classifica a dificuldade como “difícil”.

O sentido mais usado é de Lapinha da Serra para o Tabuleiro. O ideal é chegar na véspera, dormir bem e sair cedo, descansado. Se for de carro, planeje antes onde ele vai ficar e como buscá-lo na volta, já que a trilha é linear (veja carro, transfer e retorno).

Este guia ajuda no planejamento, e os dados são de novembro de 2026. Regras, taxas, pontos de apoio e trilhas mudam, e há relatos de períodos em que apoios e atrativos ficaram desativados, como a parte baixa da cachoeira. Antes de viajar, confirme com a Secretaria de Turismo de Santana do Riacho e com o Parque Natural Municipal do Tabuleiro se tudo está aberto.

Trilha de pedras com vista para a represa, no início da travessia Lapinha–Tabuleiro, saindo de Lapinha da Serra
O início da travessia, com vista para a represa de Lapinha da Serra.

Quantos km tem a travessia Lapinha–Tabuleiro?

A distância varia de uma fonte para outra, de cerca de 30 a 50 km nos extremos, porque a travessia tem rotas diferentes. A maioria dos roteiros e das trilhas gravadas fica entre 33 e 45 km. Algumas rotas incluem desvios, como a ida e volta à parte alta da Cachoeira do Tabuleiro. Veja o que cada fonte informa:

FonteDistânciaDuração
Portal de turismo de Minas GeraisCerca de 30 km1 a 3 dias
Roteiros comerciais de 2 dias (outubro de 2026)33 a 34 km (18 km no 1º dia, 15 a 16 km no 2º)2 dias, 1 noite
Expedição guiada de 3 dias, rota que contorna o Pico do Breu (2027)45,2 km (14,7 + 17,3 + 13,2 km), com cerca de 1.980 m de subida acumulada3 dias, 2 noites
Prefeitura de Conceição do Mato Dentro42 km (roteiro de 2023: 10,2 + 22,0 + 10,1 km)2 a 3 dias
Plataforma de turismo de Santana do Riacho40 a 50 km3 a 4 dias recomendados

O trajeto da travessia, ponto a ponto

Este é o trajeto da rota de 2 dias, que sai de Lapinha da Serra e termina na portaria de baixo do parque do Tabuleiro. Alguns trechos variam conforme a rota. Leve mapa offline ou vá com guia, e preste atenção às placas. Há trilhas gravadas por caminhantes no Wikiloc para usar offline, mas confira a data e a rota antes de confiar nelas, porque o trajeto já mudou em alguns trechos.

Duas formas de começar

  • Pelo Pico da Lapinha e pelo Pico do Breu: é a opção mais puxada, com mais subida. Veja os guias do Pico da Lapinha e do Pico do Breu.
  • Pela Cachoeira do Lajeado: sobe sentido Cachoeira do Lajeado, passa pela capelinha e segue por um caminho mais suave.

Primeiro dia: cerca de 18 km

  1. Subida e vale no alto. A travessia começa subindo a montanha, em Lapinha da Serra. Lá em cima, a vista se abre para um vale e uma planície no alto da serra. Vale parar um pouco para contemplar.
  2. Prainha da Dona Ana Benta. É um dos pontos mais conhecidos da travessia, com faixa de areia e muita sombra. A água muda de cor conforme a época, de esverdeada a avermelhada, e em dia de muita chuva pode não estar tão bonita. Vale parar para comer e descansar. Não é permitido acampar ali, e há placas avisando.
  3. Ponto de apoio da Dona Ana Benta. Depois da prainha, o caminho sobe com vista para o Pico do Breu. Você tem duas opções: seguir direto ou passar no ponto de apoio, que fica à direita. Recomendamos passar. Lá dá para repor água, comprar bebidas e conseguir hospedagem.
  4. Cânion e placa do meio da travessia. O caminho atravessa um cânion e alguns morrinhos até a tradicional placa “Lapa – Pinheirinho do Bolão”. Ela marca a divisa e o meio da travessia: de um lado, Lapinha da Serra; do outro, Tabuleiro. Tirar uma foto ali é tradição.
  5. Casa do IEF. Depois de um longo trecho descampado, com muito sol, a casa do Instituto Estadual de Florestas oferece sombra e bancos para descansar.
  6. Estradão e outro ponto de apoio. Do IEF, você caminha 1 a 2 km por um estradão até outro ponto de apoio, com barracas e quartos, onde muita gente pernoita. Quem segue adiante passa por porteiras e placas que indicam o caminho.
  7. Último rio. Uma das últimas travessias de rio tem água cristalina e dá para nadar. Com chuva, ele enche, e o leito tem lodo: atravesse com cuidado. É o último ponto com água até o apoio do pernoite.
  8. Pernoite. Na rota de 2 dias, o pernoite é na casa do Seu Zé de Olinta, com quartos, área de camping com barracas montadas, janta e café da manhã.
Prainha da Dona Ana Benta, com faixa de areia e água azulada, no primeiro dia da travessia Lapinha–Tabuleiro
Prainha da Dona Ana Benta, parada tradicional do primeiro dia.
Banco de madeira e casa do IEF à sombra das árvores, ponto de descanso na travessia Lapinha–Tabuleiro
Casa do IEF, com banco e sombra depois do trecho descampado.

Segundo dia: cerca de 16 km

O segundo dia soma cerca de 16 km, contando a parte alta da cachoeira e os mirantes, e termina na portaria de baixo do parque. O ideal é sair cedo, depois do café da manhã no ponto de apoio.

  1. Saída do ponto de apoio. A trilha começa dentro do próprio ponto de apoio e sobe rumo à parte alta da Cachoeira do Tabuleiro.
  2. Bifurcação: fique atento. Neste ponto há dois acessos: um desce para a portaria de baixo e o outro segue para a parte alta da cachoeira. Quem sobe para a parte alta precisa voltar a esse mesmo ponto depois e pegar o acesso de descida.
  3. Descida até o cânion. O trecho tem muita pedra e cascalho. Desça devagar para não escorregar.
  4. Dentro do cânion. São pouco mais de 1 km até a boca da cachoeira, e quase tudo é escorregadio e molhado. Na época de chuva o cânion fica fechado: não fique até tarde nem entre se a previsão for de chuva.
  5. Parte alta da cachoeira. É o ponto alto da travessia. A pedra da beirada é muito escorregadia, e quem cai pode arrastar outra pessoa. Tenha cuidado, evite aglomeração e não fique em pé ali. Os poços de cima são maiores e mais bonitos que o da beirada.
  6. Mirante e portaria. O mirante mostra a cachoeira de 273 m, com formato de coração. O volume de água costuma ser pequeno e aumenta na chuva. A portaria de baixo fica logo depois, onde a travessia termina. Para chegar ao poço de baixo, a trilha tem cerca de 3 km: 1 km de descida com escadaria e 2 km sobre pedras.
Queda da Cachoeira do Tabuleiro, de 273 m, vista no segundo dia da travessia Lapinha–Tabuleiro
A Cachoeira do Tabuleiro, de 273 m, onde termina a travessia.

Precisa de guia para a travessia Lapinha–Tabuleiro?

Pesquise este ponto antes de planejar a viagem, porque as fontes divergem:

  • Santana do Riacho: a plataforma de turismo do município informa “Contratação de Guia Obrigatória” e diz que a rota deve ser feita com guia credenciado, por causa da dificuldade e da falta de sinalização em trechos remotos.
  • IEF-MG (Parque Estadual Serra do Intendente): recomenda guias ou condutores para caminhadas e travessias, sem dizer que são obrigatórios.
  • Portal de turismo de Minas Gerais: apresenta a visita como guiada ou não guiada e recomenda condutor ambiental.

A travessia começa em Santana do Riacho, e o município exige o guia. Por isso, conte com um guia e confirme a regra antes de fechar a data. Além da regra, a trilha tem bifurcações pouco óbvias e trechos sem sinal de celular, e um erro de caminho pode custar horas.

Para confirmar a regra e pedir indicação de guias credenciados, ligue para o turismo de Conceição do Mato Dentro, (31) 3868-2223 ou (31) 3868-1169, ou escreva para atendimento.turista@cmd.mg.gov.br. A plataforma de turismo de Santana do Riacho é a Santana do Riacho 360.

O Parque do Tabuleiro também mantém uma lista oficial de guias locais, com 12 nomes. Oito deles fazem transfer (dois com carro 4x4), o que ajuda a resolver a volta ao carro. A lista está no Linktree oficial do parque, com telefone, e-mail e Instagram de cada guia.

Autorização do parque, taxas e camping

Valores e horários conferidos em novembro de 2026. A página da Cachoeira do Tabuleiro é de 2023 e não tem data de atualização, então confirme pelos telefones acima.

Autorização do Parque do Tabuleiro

A travessia passa pelo Parque Natural Municipal do Tabuleiro, que pede autorização. O responsável pelo grupo, guia ou não, preenche um formulário com pelo menos 7 dias de antecedência. Os pedidos só são enviados de segunda a sexta, os de última hora não são considerados, e a resposta vem por e-mail. Há dois caminhos:

  • Sem pernoite: use o formulário para travessia sem pernoite, que vale também para bike e trail run.
  • Com pernoite: primeiro reserve a noite direto com o ponto de apoio. Depois, preencha o formulário do apoio escolhido, que só vale para quem consegue comprovar a reserva. Cada apoio tem o seu formulário.

Os formulários de cada apoio estão no Linktree oficial do parque, que também lista os guias locais. Se o endereço mudar, é por lá que o parque publica o link atualizado.

Taxas, horários e camping

  • Cachoeira do Tabuleiro: R$ 10 por atrativo visitado (parte alta e parte baixa), pagos na portaria principal. O parque tem limite de 450 visitantes por dia e abre das 8h às 17h. O acesso ao poço vai até 14h e o da parte alta, das 8h às 9h. A entrada só é liberada com tempo bom, e animais domésticos não entram.
  • Parque Estadual Serra do Intendente: a visitação é gratuita. Um ponto de apoio na região de Campo Redondo controla a travessia. A autorização prévia é exigida só para escalada e canionismo, não para caminhada.
  • Portaria do início da trilha: na rota pelo Pico da Lapinha e pelo Pico do Breu, há relatos de cobrança em uma propriedade particular logo na saída. Leve dinheiro em espécie, porque nem todo apoio aceita cartão e não há caixa eletrônico na região.
  • Camping: não existe camping livre ao longo da serra. O roteiro oficial prevê ponto fixo de camping ou cama nas casas de apoio, com reserva prévia. Acampe só onde o agendamento autorizar.

Pontos de apoio da travessia e contatos

Os pontos de apoio são casas de moradores que oferecem quarto ou camping, jantar, café da manhã e banho. Reserve com antecedência, principalmente em fins de semana e feriados. O Parque do Tabuleiro divulga estes contatos (novembro de 2026):

  • Chico Niquinho: (31) 98030-1926 ou (31) 97537-4682
  • Chico Lages: (31) 99804-0183
  • Zé de Olinta: (31) 99609-2655
  • Ana Benta (Lucas Santana): (31) 99120-0991
  • APA Federal Morro da Pedreira (Adão): (31) 99951-6293

Os apoios não funcionam sempre: alguns já ficaram fechados por períodos, e o ponto da Ana Benta, por exemplo, aparece como desativado em alguns relatos, embora conste na lista do parque. Ligue antes e confirme a vaga. Depois da reserva, preencha o formulário do parque correspondente ao apoio escolhido.

Carro, transfer e retorno: como voltar para Lapinha da Serra

A travessia é linear: quem sai de Lapinha da Serra termina em Tabuleiro, a dezenas de quilômetros e dois ou três dias de caminhada. Ida e volta a pé não é realista. O portal de Minas Gerais orienta deixar o carro no centro de Lapinha da Serra, e há quatro soluções comuns:

  1. Resgate do carro: um condutor local leva seu carro de Lapinha da Serra até o estacionamento do Parque do Tabuleiro enquanto você caminha. É a solução mais comum para quem vem de carro.
  2. Transfer de volta: você termina no Tabuleiro, e um transfer leva o grupo de volta a Lapinha da Serra para buscar o carro.
  3. Carro em Conceição do Mato Dentro: você deixa o carro no destino e contrata um transfer cedo até Lapinha da Serra para começar a caminhada.
  4. Pacote com transporte: várias operadoras incluem a van desde Belo Horizonte ou outras cidades de Minas.

Não há tabela oficial para o resgate nem para o transfer. Um relato de agosto de 2026 citava cerca de R$ 450 pelo resgate do carro, mas esse é um valor de mercado, não uma tarifa. Peça orçamento por escrito antes de definir a data.

Onde ficar em Lapinha da Serra antes e depois da travessia

A Pousada OPICODOCIPO fica em Lapinha da Serra, perto do centro do povoado, e serve de base em dois momentos da travessia:

  • Na noite anterior à saída. De Belo Horizonte são 2 a 3 horas, com o trecho final em estrada de terra, e o primeiro dia da rota de 2 dias tem cerca de 18 km. Chegue à tarde, descanse e saia cedo no dia seguinte.
  • No dia de buscar o carro. Quem termina no Tabuleiro e volta a Lapinha da Serra para pegar o carro chega cansado. Tome um banho, durma bem e pegue a estrada descansado no dia seguinte.

A pousada tem café da manhã incluído, estacionamento gratuito e apartamentos com varanda. Veja as acomodações ou confira a disponibilidade para as duas noites. Se quiser deixar o carro durante a travessia, combine antes com a pousada pelo WhatsApp.

Prepare-se com uma noite em Lapinha da Serra.

Reserve a noite anterior à saída e a noite do retorno, ou tire dúvidas sobre a logística direto com a pousada.

Melhor época para a travessia Lapinha–Tabuleiro

A janela mais segura é a estação seca, de abril ou maio a setembro, com maio a agosto especialmente favorável. De novembro a março chove mais, e outubro é a transição. Em Tabuleiro, a média de chuva é de 286 mm em dezembro e 267 mm em janeiro, contra 22 mm em junho e julho.

  • Chuva (novembro a março): há risco de cabeça d'água. O IEF orienta sair do rio imediatamente ao menor sinal de chuva na cabeceira. Em janeiro de 2020, o parque do Tabuleiro chegou a fechar por causa do aumento repentino dos rios.
  • Seca (junho a agosto): as noites são frias, com vento e ar muito seco nos campos altos. Leve agasalho e corta-vento.
  • Julho a outubro: algumas fontes de água diminuem. Planeje o abastecimento.

Para a visão mês a mês da região, veja melhor época para ir a Lapinha da Serra.

Dificuldade e segurança na travessia

A travessia é difícil. As subidas e descidas são contínuas e pesam para quem tem pouco condicionamento. Os trechos que pedem mais atenção são:

  • a subida inicial, na saída de Lapinha da Serra;
  • as bifurcações entre Lapinha da Serra e as casas de apoio, onde é fácil seguir para o lugar errado (o roteiro oficial recomenda mapa, bússola ou GPS);
  • a navegação com neblina;
  • as travessias de rio e as descidas longas;
  • o cânion e a parte alta da Cachoeira do Tabuleiro, com leito de rio e pedras.

O sinal de celular é irregular e não há mapa oficial de cobertura. Baixe o mapa offline, leve bateria extra e deixe com alguém o roteiro, os nomes do grupo, os pontos de pernoite e um horário limite de contato. Em emergência, ligue para o Corpo de Bombeiros: 193. Algumas operadoras levam rastreador satelital, que ajuda nos trechos sem sinal.

Outros cuidados: há poucas placas, e os marcos são porteiras e casas de moradores. Nas áreas de pasto há carrapatos, principalmente na seca, então use calça comprida e repelente. A parte baixa da cachoeira já ficou interditada em alguns períodos, e o parque não libera a visita com chuva forte.

Água e equipamento

Há vários pontos de água, mas nem toda água de riacho é potável. Leve capacidade para pelo menos 2 litros por pessoa, mais filtro ou purificador. O parque não define um volume mínimo.

  • Calçado de trilha já amaciado e mochila adequada ao tamanho do roteiro.
  • Lanterna de cabeça, capa de chuva, agasalho e corta-vento.
  • Protetor solar, chapéu e óculos de sol.
  • Alimentação de trilha e kit de primeiros socorros.
  • Mapa ou GPS com trilha offline e bateria extra.
  • Bastão de caminhada, que ajuda nas descidas de pedra solta, e dinheiro em espécie.
  • Barraca, isolante e saco de dormir, só se o seu pacote não fornecer camping.

Quanto custa a travessia Lapinha–Tabuleiro

Não existe tabela oficial. Em outubro de 2026, pacotes guiados de 2 dias de várias operadoras custavam de cerca de R$ 659 a R$ 1.370 por pessoa, conforme a estrutura. Os pacotes de 3 dias, em páginas de operadoras consultadas em novembro de 2026, ficavam entre cerca de R$ 1.500 e R$ 2.900. O preço muda com o que está incluído: transporte desde a cidade de origem, camping ou quarto, refeições, equipamento, seguro e autorização. Algumas operadoras alugam equipamento, como kit de camping (cerca de R$ 300), lanterna e bastão.

Ao comparar, veja se o preço inclui o transporte de volta, o resgate do carro e as taxas do parque. Se você faz por conta própria, some o guia, o transfer ou resgate, a taxa de R$ 10 por atrativo no Tabuleiro, a hospedagem de apoio e a noite em Lapinha da Serra. Um relato de agosto de 2026 citava de R$ 120 a R$ 190 por pessoa na casa do Seu Zé de Olinta, com cama ou camping, jantar e café. É uma referência de caminhante, não uma tabela, então confirme na hora de reservar.

Fontes consultadas

Dados de novembro de 2026. As informações podem ter mudado: confirme nas fontes oficiais antes de viajar.

Veja também o guia do Pico do Breu e o que fazer em Lapinha da Serra. Para chegar de carro, consulte como chegar em Lapinha da Serra.

Perguntas frequentes

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